Londres recebe o 28º Congresso Mundial de Dermatologia & Estética
Com o tema "Elevating Skin Care with Progressive Dermatology and Aesthetic Innovation", o encontro reuniu especialistas do mundo todo para discutir o futuro da pele — dos protocolos regenerativos à IA no consultório.
Londres recebeu o 28º Congresso Mundial de Dermatologia e Estética, reunindo especialistas de dezenas de países sob o tema "Elevating Skin Care with Progressive Dermatology and Aesthetic Innovation".
A pauta refletiu com precisão o momento da especialidade: protocolos regenerativos, inteligência artificial no consultório e a integração entre dermatologia clínica e estética dominaram as sessões principais.
Os destaques da programação
Entre os temas mais concorridos: estética regenerativa (exossomos e polinucleotídeos), o manejo estético de pacientes em uso de GLP-1, avanços em resurfacing de nova geração e o uso de IA para diagnóstico de lesões e planejamento de tratamento.
A presença de delegações da América Latina foi registrada como uma das maiores da história do evento — reflexo do peso crescente da região no mercado global de estética, com o Brasil entre os três maiores mercados do mundo em procedimentos.
O que fica
O recado dos palcos de Londres: a dermatologia estética de 2026 quer ser cada vez mais medicina baseada em evidência — com menos achismo, mais protocolo e uma régua científica que aproxima o consultório estético da prática clínica rigorosa.
✦ O que você leva daqui
- As três pautas globais do ano: estética regenerativa, paciente GLP-1 e IA no consultório — se ainda não estão no seu radar, deveriam.
- O Brasil está entre os três maiores mercados de procedimentos do mundo: o que se discute lá fora vira demanda aqui em meses.
- A régua da especialidade subiu: menos achismo, mais protocolo publicado — alinhe seu discurso a isso.
Moral da história: O que se discute em Londres hoje bate na porta do seu consultório amanhã — escute cedo.